sexta-feira, 18 de outubro de 2013

THE CARPENTERS;

The Carpenters...foi a resposta aos tempos loucos do movimento da contracultura, do sexo, drogas e rock’n’roll. Os irmãos Karen e Richard representavam naquele momento a volta da inocência dos anos 70. Embalavam a pureza e o amor em meio aquela loucura toda. O sistema os catapultou para a fama e a pressão foi grande. Richard se viciou no Quaalude(remédio para dormir) Karen contraiu uma anorexia sem precedentes numa época que não se tocava no assunto. Infeliz no amor, se via extremamente fora de forma... Uma coisa é certa, eles se amavam como irmãos...Nunca na saga da música houve algo assim. THE CARPENTERS embalou a vida amorosa de muita gente no mundo e no Brasil foi primordial para essa descoberta. Devolveu letras adocicadas que falavam de amor, ternura, amizade... Coisas que ainda continuam faltando em 2013 KAREN CARPENTER 1983-2013.(30 anos da sua partida) Mauro Wermelinger, idealista sonoro que ouviu muitos os CARPENTERS durante sua juventude e descobriu como era bom namorar nessa época. Tempos da calça boca-de-sino, cabelos soltos ao vento e com uma gata bacana.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

SOBRE BELA FLECK E HAMILTON DE HOLANDA

Qual é a relação entre esses dois gênios? Respondo: Ambos escolheram instrumentos digamos...menos cotados por muitos... Ambos são músicos de verdade. Ambos elevaram os limitados instrumentos por questões físicas ao estado de arte de cada um. Muito além de onde se originaram- Banjo do Bluegrass e do Country&western. O Bandolim das tradicionais rodas de choros e serestas. São ambos guitarristas dos seus respectivos instrumentos. Executam com maestria as linhas melódicas referente a guitarra elétrica. Tocam em qualquer idioma...sabem tudo... Musicalidade sem precedentes e improvisadores natos. OUÇAM...VALE A PENA. BELA FLECK E HAMILTON DE HOLANDA...SEM MAIS DELONGAS...TOCAM PRA CACETE.

SOBRE CAROL PANESI

Muito raro instrumentista de cordas friccionadas como o violino, violoncelo e viola terem esse desenvoltura no instrumento. Pois, é uma outra escola, é preciso aprendê-lo e depois esquecer tudo e adaptá-lo para uma linguagem universal. Panesi, vai além do usual: trabalha o arco procurando timbrar o instrumento dentro de uma estética completamente fora do paradigma preestabelecido. Aos 28 anos é capaz de interpretar qualquer obra seja ela de natureza clássica, contemporânea ou no universalismo da Escola Hermetiana hoje Zwargiana. Com certeza vai amadurecer a cada dia estudando e tocando. há 17 horas · Curtir ·

domingo, 15 de setembro de 2013

A PARTIDA DO HERMETO PASCOAL E GRUPO FUTEBOL SOM

Uma grande partida de futebol musical...em que os jogadores tem o domínio completo da bola...as jogadas são improvisadas a partir de uma estrutura composta para ampla margem de improvisos criativos. O Capitão Hermeto inicia a peleja...ensaia a jogada...e partida começa com o artilheiro Jovino Santos Neto que segue a jogada...criando sem parar.. No Fender Rhodes....em seguida o centro-avante Itiberê Zwarg segue o passe criativo e sonoro em direção ao gol....e cria a passagem perfeita para a linha de frente com Carlos Malta que quebra tudo no flautim... e tendo como os volantes Marcio Villa Bahia e Pernambuco preparando sempre o terreno das jogadas E GOLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL DO SOM CRIATIVO BRASILEIRO INSTRUMENTAL. VALEU MOÇADA...obrigado por aqueles anos loucos no Bairro Jabour...

COMENTÁRIO HERMETIANO...

Comentário Hermetiano: Hermeto encontrou nesses jovens(sim, ainda bem jovens) um laboratório perfeito para suas criações...Um grupo que se doou de corpo e alma as criações sonoras Hermetianas.\ Naquele segundo andar da Vitor Guizardi, com um número cabalístico 333 se fazia som sobre som...HERMETO compunha sem parar...como se brotasse música por todos os seus poros... De segunda a sexta durante seis horas por dia...o som acontecia em plena Zona Oeste...Vi e ouvi boa partes dessas composições que eram ensaiadas à exaustão...Todos aprenderam uma linguagem unicamente universal de tocar e improvisar criativamente longe dos padrões Berkleeanos sem o sotaque do jazz e afins...Improvisação criativa e sem rótulos.... E na sexta dia aberto as visitações de grandes músicos da cena instrumental mundial que mergulhavam numa jam sem fim... Esse grupo iniciou em 1981/1982. E na maior CARA-DE-PAU colei com essa trupe de aloprados sonoros em 1984(tinha 24 anos) e lá permaneci me virando em cumprir a minha carga trabalhista de meia-noite as seis da manhã(era operador de computador Mainframe numa Financeira) dormia o suficiente para depois me mandar para o Bairro Jabour. É assim foi feito por longo e incrível nove anos(84 a 93) Mauro Wermelinger, idealista sonoro e feliz por te passado tudo isso.

terça-feira, 23 de julho de 2013

A VIDA COMO A VEJOI

Todas as adversidades da vida me remetem para um som...que me leva em algum link...que vira um texto...que lembra um filme que tenho aqui...ou de um simples livro. Que retorna mentalmente para o Bairro Jabour... e vejo tudo dentro da minha mente...todos os momentos sonoros que vivi e ainda vivo. Aqueles ensaios que mais pareciam uma jam session. Todo aquele som ficou lá naquelas paredes. Hermeto...som...improviso...arranjos cavernosos...inacreditável que o tempo passou e nem percebi...Como nos anos 70...que também não percebi que passou...Uéeeeeeeeeee??? Estamos em que ano??? Aqui no meu calendário diz 23 de Julho de 1975. Que bacana!! tem internet, torrents, youtube, dvd, cd...puxa!!! quanta evolução..."" É...

sexta-feira, 7 de junho de 2013

MEU PRIMEIRO LIVRO

Flertando com a música de 1970 e iniciando esse processo de escrever sobre música a partir de 1975 e com algumas publicações em meu nome nos anos 80. E com a chegada da internet, blog, orkut. facebook, comecei a esboçar o livro MEMÓRIAS DE UM CARA QUE GOSTA DE SOM- textos, ensaios, causos, crônicas, críticas de 1975 até o presente momento. E com isso dei o seu início em 2011. Já com uma editora em vista e para isso, conto com a força desse povo amigo da grande rede. Peço a colaboração de acima de R$ 10 reais ou mais para a entrada da primeira tiragem da editora. Estou prestes a fechá-lo e encaminhá-lo para a editora BOOKMAKERS Me comprometo a publicar o nome de todos os colaboradores e enviar um exemplar para cada um dos envolvidos. O CAPÍTULO MAIS IMPORTANTE(não colocando em demérito os outros) é a minha vida ao lado da trupe sonora do Hermeto Pascoal (1984 a 1993) Para isso deixo meu nome e dados bancários> MAURO BRANDÃO WERMELINGER. BRADESCO AG 0473-1 C/C 0079540-2