sexta-feira, 25 de julho de 2014
Sobre o tal papo do Concerto do ano...
Pegando a conversa de um amigo:
Todo artista ou forma de arte tem essa velha máxima
"O CONCERTO DO ANO"
" O FILME DO ANO"
E não sei mais o quê do ano.
Ou aquele papo de: o meu som é o melhor...Com essa banda não tem pra ninguém, faço a melhor música do mundo...e tal...tal...tal...
Tudo CF(Conversa fiada)
Muitos do que propagam isso, sabe-se lá se o seu som vai ser lembrando daqui um ano, quanto mais daqui uma semana.
E por muitas vezes no dia seguinte já caiu numa quase totalidade de esquecimento.
Claro que isso puro marketing, todos falam assim das suas produções.
Nesse mercado da arte existe uma falsa impressão que todos se dão bem e que respeitam-se.
O que não reflete a verdade- É sempre um menosprezando o trabalho do outro via terceiros.
Muito comum no meio musical esse tipo de comportamento.
É um mercado altamente predatório.Por trás de um aperto de mão ou um abraço Existe uma dose de inveja de ambos os lados e um torcendo para algo dar errado.
Certamente, temos sempre aquelas boas e excelentes exceções.
TENHO DITO.
Mauro Wermelinger, alinígena do PLANETA PSYCH OUT que vê tudo isso uma grande bosta...
Uma coisa é certa nesse mercado predatório da música em especial a instrumental nunca me enganou.
Por trás, daquele sorriso idiota que o músico esboça (não são todos) existe um somzinho chato de doer e uma vontade imensa que de estar um no lugar do outro ou sei lá mais o quê.
UM DIA REVELO A VERDADE DOS BASTIDORES...XIIIIIIIIIII QUE MEDA!!!
domingo, 15 de junho de 2014
GRATIDÃO...APENAS GRATIDÃO.
Comentário.
A minha convivência com essa atmosfera, deu-se em 1970. Tinha 10 anos era o mais novo da turma que girava em torno de 15, 16,17 anos todos voltados para uma vida diferente...segui essa vibe...Com as rádios ELDO-POP na FM e o programa 60 minutos de música contemporânea e o acervo sonoro da BBC, as portas da percepção foram escancaradas. O grande BIG BOY também colaborou com a Rádio 860 Mundial...Entre os estudos formais, um mergulho nessa literatura musical que vinha em forma de periódicos...horas e horas decorando ficha técnica de discos também foram pontuais, papos, os concertos, tudo..sou eternamente agradecido.
Essa vida me pegou em 1970...e até hoje dita a ordem estabelecida e coloca-me fora das coisas erradas, do efêmero e da agitação em que nada contribui..
GRATIDÃO PELOS SONS QUE DITAM A MINHA VIDA ATÉ HOJE.
Mauro Wermelinger, cidadão universal que veio do PLANETA PSYCH OUT e resolveu ficar nesse planeta exatos 53 anos...Tem horas que ele é muito chato esse Planetinha Terra. Contudo, tem coisas nele que vale a pena.
A minha convivência com essa atmosfera, deu-se em 1970. Tinha 10 anos era o mais novo da turma que girava em torno de 15, 16,17 anos todos voltados para uma vida diferente...segui essa vibe...Com as rádios ELDO-POP na FM e o programa 60 minutos de música contemporânea e o acervo sonoro da BBC, as portas da percepção foram escancaradas. O grande BIG BOY também colaborou com a Rádio 860 Mundial...Entre os estudos formais, um mergulho nessa literatura musical que vinha em forma de periódicos...horas e horas decorando ficha técnica de discos também foram pontuais, papos, os concertos, tudo..sou eternamente agradecido.
Essa vida me pegou em 1970...e até hoje dita a ordem estabelecida e coloca-me fora das coisas erradas, do efêmero e da agitação em que nada contribui..
GRATIDÃO PELOS SONS QUE DITAM A MINHA VIDA ATÉ HOJE.
Mauro Wermelinger, cidadão universal que veio do PLANETA PSYCH OUT e resolveu ficar nesse planeta exatos 53 anos...Tem horas que ele é muito chato esse Planetinha Terra. Contudo, tem coisas nele que vale a pena.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
SOBRE AS MULHERES DA MINHA VIDA...
Na
metade dos anos 60...em plena ebulição da contracultura, estava em São
Francisco. Muitas bandas surgindo, gente louca, protestos e no número 69
da Haight-Ashbury conheci uma cantora incrível que viria a ser a minha
primeira namorada seu nome Grace Slick, oriunda da banda Jefferson
Airplane, juntamente com Jack Cassady, Jorma Kaukonen e Paul Kantner.
Grace
era incrível, dona de uma personalidade ímpar, olhos azuis e muito
inteligente, era uma verdadeira representante do acid-rock e fui viver
com ela
Acompanhei a banda para o Festival de Monterrey. Foi o
primeiro festival do que viria ser o ínicio da ERA DE AQUÁRIO e tudo ia
bem...até a entrada do BIG BROTHER&HOLLDING COMPANY com uma cantora
num terninho lamê, pensei: Seria uma banda com mais uma cantora e nada
ia superar a minha Grace. Quando ela abriu a boca no tema BALL AND
CHAIN...estava ao lado de Cass Elliot do Mama's and Papa's e disse
UAU!!! o que é isso?? perguntei a Cass, ela me disse: é uma cantora de
São Francisco, chamada Janis Joplin, eu mais uma vez disse UAU!!! Logo
adentrei ao camarim e percebi que ia ser uma paixão em 12 compassos.
Conversamos, rimos, e logo ela disse: Cara, gostei de você, o que tu vai
fazer hoje? Deu prá adivinhar onde fui parar naquele dia com Janis, Em
Monterrey.
Mais tarde... soube que Grace e Janis eram
amicíssimas e tratei logo de falar a verdade para ela que prontamente
entendeu e seguiu em frente com Jefferson Airplane em seguida fomos a
Woodstock naqueles três dias na FEIRA DE ARTE E MÚSICA DE WOODSTOCK. Foi
um festival magnífico que entraria para os anais da História da
Contracultura e dos movimentos pacifistas.
Os tempos foram mudando
e fui acompanhando essa evolução, numa dessas andanças em Londres, me
deparei com uma cantora meio lírica, meio popular, com uma voz de
soprano bem afinada, linda de cabelos escorridos do jeito que sempre
gostei estava com uma banda da pesada, intitulada Renaissance. Longos
temas, complexidade nos arranjos e com um baixista da pesada. Seu nome,
Jon Camp, que logo tratei de pegar umas aulas com ele.
Ela
me convidou para ver um ensaio da banda e lá permaneci. E como sou
muito desligado, somente mais tarde perguntei o seu nome onde
prontamente ela esboçou um sorriso e falou: Sou Annie Haslam, muito
prazer, estendi a mão e fomos a um pub londrino e ficamos conversando
sobre um som que estava transformando inúmeras bandas. Fazendo uma
fusão de música clássica, folk, música celta, longas passagens
instrumentais que estava recebendo a alcunha de ROCK PROGRESSIVO e
passei a gostar desse som...nem de longe soava como as bandas de São
Francisco, exigia uma audição mais refinada por causas das grandes
mudanças de compassos, forma e estrutura. Fui ficando fascinado por esse
som e cada vez mais louco por Annie, moramos juntos numa aldeia em
Yorkshire.Muitos concertos, gravações e muito amor com esse anjo do
grupo Renaissance e fomos felizes por um longo tempo.Certa vez...na
Alemanha, uma banda recém-formada foi convidada a abrir a temporada de
concertos do Renaissance.
Um grupo razoável com uma morena de cabelos escorridos e cantando num tom mais grave e som mais agressivo.
Nos
bastidores perguntei o nome dela para o Manager, ele prontamente me
disse SONJA KRISTINA que liderava esse grupo o CUVERD AIR com Darryl Way
no violino elétrico. Gostei da banda, ainda mais da sua vocalista.Não
sabia o que dizer para Annie e mal conhecia Sonja. Findada a
excursão...fui me chegado em Sonja que prontamente se mostrou solicita a
mim e fomos nos envolvendo, quando ela me reportou: Estou precisando de
um roadie, quer vir conosco? na hora respondi: Sim!!! e num impulso,
dei-lhe um beijo que ela foi aceitando prontamente e com uma linda
piscada deu prá entender tudo.Tive que levar um papo sério com Annie. E
mais tarde, o Renaissance de um lado e nós de outro para mais uma série
de concertos.Logo terminou, pois namorar cantoras de rock progressivo
estava me dando muito trabalho, pois elas são mais cerebrais, pensam o
tempo todo, filosofam muito...e tratei de ficar sózinho e seguindo
estrada.
Comecei as minhas andanças em Laurel Canyon, quando
entrei num bar e parei prá ver uma cantora super-afinada tocando um
violão de aço com afinação alternada e que estruturava acordes sem
muita dificuldade, letras inteligentes e sofisticação. Era então, casada
com o cantor Chuck Mitchell e logo tratei de saber mais sobre
ela...nesse meio tempo, a mesma se separou e passamos a andar juntos,
primeiramente como amigos e mais tarde acabamos por ficar juntos.
Ela
estava sempre inquieta com o seu som e sempre que podia dava a força
que precisava. Uma certa noite, estávamos ouvindo um disco do Charlie
Mingus, logo ela teve um estalo e me revelou: Maurito, vou colocar
letra em alguns temas do Mingus o que você acha? dei um belo sorriso e
afirmei...se vai tentar fazer isso, convoque aquele baixista que gravou
contigo o disco HEJIRA. Claro!! que pensei logo nele, o Jaco, sem ele
não tem o menor sentido esse disco e assim foi feito- MINGUS foi um
grande projeto da vida dela com Hancock, Shorter, Erskine e pude ver
tudo aquilo de camarote petrificado com a genialidade desses
músicos.Saímos para um concerto que viria ser um marco na sua carreira,
um lugar lindo com palco natural e um platéia atenta. O Santa Bárbara
County Bowl, em 1979 que culminou no disco "SHADOW AND LIGHT" Para esse
concerto, ela montou uma banda da pesada com Pat Metheny, Michael
Brecker, Don Alias, Lyle Mays e o Jaco quebrando tudo.Temas como Black
Crow e Coyote ilustram bem o que foi aquele concerto. A minha vida ao
lado do Joni Mitchell foi uma das melhores, simplicidade, sofisticação,
beleza e doçura, tudo isso foi Joni Mitchell em minha vida.
Um
breve namoro com as irmãs de Seattle Ann e Nancy Wilson com seu grupo
Heart, que misturava ecos do Led Zeppelin com baladas próprias.Elas
obtiveram um certo sucesso com o tema "BARRACUDA".
Os
tempos foram mudando, e já tinha findado os anos 70, 80 e os 90 prometia
tempos nebulosos na música e na minha já falida relações com mulheres
fantásticas e geniosas. Então... resolvi ir para Big Apple, Nova York,
onde as coisas ainda aconteciam, fui trabalhar no programa da SONY
TELEVISION, o famoso SESSION AND THE 54th e lá conheci uma cantora e
pianista chamada Fiona Apple, que não durou muito, pois ela acabou
ficando com sua assistente que também era a maior gata e aceitei essa
decisão plenamente, afinal de contas, sou livre e aberto e acabei por
retornar ao Brasil.
Foi quando tomei uma decisão: Nada de cantoras, sexo se tiver, alguma droga(depende qual) e música muito além do ROCK.
Me
envolvi com uma pessoa fora desse mainstream e fiquei por dez
anos...Hoje...com quatro anos soltos pelo mundo ainda procurando a
minha musa...enquanto isso...vou ocupando o meu tempo, escrevendo,
produzindo e cuidado do meu gato SILHIPPIE.
NO CÉU...OS BEATS CONVERSAM...
NO CÉU... OS BEATS CONVERSAM...
Enquanto isso...NO CÉU...
Ginsberg, Kerouac, Cassady no maior papo.
- Ginsberg...Jack...lá no Brasil fizeram um filme prá ti.
- Kerouac...eu soube Allen...até que enfim né???
- Cassady, dirigindo como sempre, falando sem parar, guiando com a esquerda e um baseado na direita.
- Allen, sim, mas que merecido...você escreveu ON THE ROAD o mais importante livro da nossa geração.
- Allen, esse Walter Salles deve ser um admirador do movimento beat.
- Kerouac, sim...uma pena não posso descer para cumprimentá-lo.
- Allen, é mesmo Jack, estamos aqui em cima e nada podemos fazer.
- Allen, mas fico feliz por ver a nossa obra de volta no ano deles.
- Kerouac, em que ano que eles estão??
- Allen, 2012 Jack... Nossa Allen !!!...o mundo já chegou nesse ano?
Sim...Jack e o melhor disso tudo...ainda estão lendo os nossos livros...fizeram até um filme prá mim.
Lá na Terra tem uns doidos que ficam sempre postando num tal de facebook sobre nós..Claudio Cunha com cara de agente federal, um tal de Mauro Wermelinger que mais parece uma figura de HQ...Dois coroas da pesada Adão Rodrigues e Mario Pinheiro um cara boa praça de sampa Arhur Arthur Garrão
e mais uma mulherada inteligente e as maiores gatas Leonora Meirelles Ana Dytz Patricia Rebolo Medici Ana Alves Sueli Netto Edite Coelho
E ainda tem um estudante de História que devora tudo nosso Pedro Pessanha.
Legal!!! Ginsberg...vamos esperar esse Walter Salles subir prá cá para vermos esse filme...
sexta-feira, 16 de maio de 2014
COMO VEJO O SOM
Esse lance de som...de gostar...de sacar...de ser aficionado...de correr atrás...
É de cada um.
O lance da minha geração era assim...ficar ligado no som sempre.
Não tínhamos internet. Tv por assinatura, torrent, Youtube e tal..tal...tal...
Era livro, periódicos, discos, cassetes e muitooooooooo papo na esquina.
A turma do som(HOJE) gira em torno de 50 até 60 anos...claro que não são todos.
Era os diferentes que ficavam contra o estabelecido. Essa garotada cresceu e veio a tecnologia(no meu caso) acompanhei isso de perto- Profissão original- Operador de Computador em Sistema DOS MAINFRAME.(Por 20 anos)
No meu caso...NUNCA PAREI...ENTENDERAM??
Venho acumulando coisas desde de 1970...o resto é história..
Basta abri as páginas desse perfil...Tem material publicado desde 2009.
Imagina o quanto de informação tem aqui...Nem precisa procurar no Google ou no YOUTUBE...
É de cada um.
O lance da minha geração era assim...ficar ligado no som sempre.
Não tínhamos internet. Tv por assinatura, torrent, Youtube e tal..tal...tal...
Era livro, periódicos, discos, cassetes e muitooooooooo papo na esquina.
A turma do som(HOJE) gira em torno de 50 até 60 anos...claro que não são todos.
Era os diferentes que ficavam contra o estabelecido. Essa garotada cresceu e veio a tecnologia(no meu caso) acompanhei isso de perto- Profissão original- Operador de Computador em Sistema DOS MAINFRAME.(Por 20 anos)
No meu caso...NUNCA PAREI...ENTENDERAM??
Venho acumulando coisas desde de 1970...o resto é história..
Basta abri as páginas desse perfil...Tem material publicado desde 2009.
Imagina o quanto de informação tem aqui...Nem precisa procurar no Google ou no YOUTUBE...
segunda-feira, 5 de maio de 2014
ALGUMA COISA FORA DA ORDEM.
Enquanto isso...A GUERRA CIVIL URBANA continua imperando...O PAÍS CAMINHA PARA O CAOS, SOBRE O CAOS E GERANDO O CAOS.
O PAÍS DA ESCULHAMBAÇÃO CHEGA NO SEU AUGE...AS UPPS FORA DE CONTROLE, A POLÍCIA IMPOTENTE, A TERRA DE MARLBORO CHAMADA BRASIL E A CAPITAL DA COPA RIO DE JANEIRO...CAMINHANDO SEM LENÇO, SEM DOCUMENTO E SEM NADA.
NÃO TEM MAIS O CAMINHANDO E SEGUINDO A CANÇÃO, BRAÇOS DADOS OU NÃO...TUDO FORA DA ORDEM ONDE TUDO SE CONSTRÓI E JÁ É RUÍNA.
JÁ NÃO VEJO MAIS O CORCOVADO...AS ÁGUAS DE MARÇO CHORANDO O VERÃO QUE SE FOI...O INFERNO É AQUI...MAIS QUE DANTE...NAS COMUNIDADES, POLÍCIA MATANDO A TRÊS POR QUATRO.
TALVEZ SEJA COMO JOBIM...A SAÍDA DEVE SER O AEROPORTO QUE ANDA ALTAMENTE SUCATEADO.
OS BANDIDOS DITAM A ORDEM PARA CAUSAR O FORA DA ORDEM...
NADA CONTINUA, O CAOS SIM...ALGUMA COISA ESTÁ FORA DA ORDEM REALMENTE NESSE PAÍS...INGOVERNÁVEL, SISTEMA DA CANTAREIRA SECANDO A CADA DIA...MEUS IRMÃOS E IRMÃS DE SAMPA SOFRENDO O CAOS ESTABELECIDO.
AQUI NÃO É O URUGUAI...NÃO TEM UM JOSÉ MUJICA. TEM DILMA, CORRUPÇÃO, COMPRAS IRREGULARES, INFLAÇÃO ESTABELECIDA...MANTEGA DECLARANDO QUE TUDO ESTÁ DENTRO DA ORDEM...
ELEIÇÃO CHEGANDO...NÃO COMPAREÇAM...
TUDO ANDA FORA DA ORDEM...E MUITO ISSO ME ENTRISTECE.
Mauro Wermelinger, idealista por natureza, mas que beleza que transpõe sua tristeza em forma de texto e em tempo real...
BOA NOITE...NADA A DECLARAR...
E TENHO DITO...E SEMPRE TENHO DITO...
sexta-feira, 2 de maio de 2014
CAPTAÇÃO EM VÍDEO POR MAURO WERMELINGER
Meio de folga hoje...coisa do feriado referente ao 1 de Maio...o som rolando aqui na TOCA DA LAPA via TOCA DA LAPA FILMS desde de 6 da manhã...é um CD atrás do outro...Pérolas e mais pérolas sonoras...
A certeza que sempre estive nessa onda...uau!! são 53 anos nessa e quarenta e três ouvindo som praticamente sem parar...E bem-aventurado por conhecer e ser chegado aos maiores criadores sonoros brasileiros...
Sem vocês...o que seria de mim???
De Led Zeppelin a Hermeto Pascoal...De Jaco a Dudu Lima passando por Adriano Campagnani Perfil II da guitarra picada de John McLaughlin a brasilidade sem igual de Heraldo Do Monte das frases bem-humoradas de Arismar Do Espirito Santo do Rock progressivo ao Instrumental brasileiro. Do jazz ao tudo...Do piano elegante de Itamar Assiere até chegar ao piano cerebral de Vitor Goncalves, Grupo Bamboo do baterista nervoso Alex Kantorowicz Buck ao Nenê Trio...até o Violão Livre de Duofel Fernando E Luiz
São tantos sons e músicos que não cabe aqui...
Apenas agradeço pela existência de vocês...obrigado, mais uma vez.
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