sábado, 28 de abril de 2018

FRAGMENTOS DA MÚSICA ERUDITA E CONTEMPORÂNEA


Quando tudo se torna chato é melhor retornar ao universo da música erudita, música medieval, contemporânea, canto gregoriano é um universo ad infinitum que não depende do Status Quo.

É totalmente Sine Qua Non.
Bom dia.
Comecei cedo, hoje 4 da manhã, a vida de Home Office é dura e prazerosa.


É uma cumplicidade...
Ex:
Levantei às 4 da manhã, o sistema de som é ligado (Seis no total em estado ON) no Tuner(Yamaha), o dial em 99.3 mhz na MEC FM tocando o melhor da música erudita, o Pc é ligado, bichanos alimentados e a produção inicia.
É uma cumplicidade...é uma cumplicidade.
Feliz é aquele que tem a mente produtiva.

Schoenberg, Anton Webern e Alban Berg.
Um fez parte da chamada Segunda Escola de Viena, criada por Arnold Schönberg, cuja estética-poética musical foi denominado de música dodecafônica, música expressionista ou música pontilhista.
É conhecido. reconhecido e venerado entre os músicos pós-modernos pelas inovações e contribuições rítmicas, timbrísticas e dinâmicas que formaram o estilo musical conhecido como serialismo.
E seus discípulos que seguiram essa corrente como Berg e Webern. 
Essa concepção estética está presente até hoje no jazz, na música brasileira contemporânea(Arrigo Barnabé).


Aliás, não comecei ouvindo rock, jazz, blues, prog, música instrumental e afins...
Em 1966, no paiol em Curitiba ouvia música clássica e contemporânea: De Bach a Karlheinz Stockhausen com o meu avô Trajano, tinha seis anos...
Tomei gosto por som de qualidade desde muito cedo. Fui mal acostumado hahaha.
Ele tinha um sistema HI-FI(high-fidelity) SOLID STATE, isso nos anos 60.
Ouvir som com ele era um estado de arte de música e conhecimento.

Saudade vô.








quinta-feira, 26 de abril de 2018

A SAGA LULISTA NA PF NO CASO DO TRIPLEX-


A SAGA LULISTA NA PF NO CASO DO TRIPLEX .

Raciocina...
Se o molusco custa R$300 mil por mês para mantê-lo no aquário.
Sai mais em conta deixá-lo solto no Triplex.
Pourrraaa "Que País é esse"
Segundo a FPN (Fonte de Porra Nenhuma), o STF e a PF de CÚritba estuda a possibilidade de transferência do Moluscão para uma prisão domiciliar na Lapa, Rio de Janeiro, segundo também o tablóide Wermelinger Herald o local escolhido se chama Toca da Lapa que receberá uma ajuda de custo de R$150,00 mil reais bem mais em conta do atual 300,00 para custear a estadia do 9Fingers. 
Raciocina 2
Se o triplex não é do Lula, não é do Temer, porra não é de ninguém.
Também não é meu, ou seja, pode invadir que vira dono.
Então. vamos invadir aquela porra...
Melhor que "invadir sua praia" e dar de cara com o Roger e a bunda, oops! banda Ultraje a Rigor.
E finalizando...

Triplex do Lula será cenário do próximo filme de suspense/terror erótico
Dr Jekyll&Mr Hyde orgia e morte no Covil do Molusco
No papel do médico que se transmuta monstro Sérgio Mourisco Morô Moro.
Reza a lenda que vai passar no Bostaflix meia-noite.


terça-feira, 17 de abril de 2018

FRAGMENTOS JAZZÍSTICOS


Sobre Eric Dolphin: Era um ícone entre os músicos, quando tocou na banda de Charles Mingus a cada fim de um concerto, os músicos iam relaxar e descansar para a próximo.
Eric ia para o Porão junto com os instrumentos e ficava praticando como um louco, nunca parou de praticar .História e história dessa música fascinante.
O JAZZ.


Chet Baker a expressão do trompete cool. Sacou que sua voz sôfrega bossanovistica poderia também improvisar. Vivia numa via de mão dupla para continuar tocando.
Letárgico por conta do "cavalo branco" tinha que contrapor com outra substância branca para se manter ligado nos concertos e comparecer na hora. 
Perdeu todos os dentes por conta dessa combinação mortal e mesmo assim seu som e seu sopro entrou para os anais da história do jazz.

Ando curtindo mais uma vez a obra de Charles Mingus todo seu som soava com uma Big Band na sua concepção e por muito tempo Danny Richmond foi o pilar rítmico de sua obra.
A vida aqui Toca da Lapa foi dedicada ao Jazz Eric Dolphin, Charles Mingus, Chet Baker e a concepção da Big Band de Buddy Rich com leitura de suas biografias, vídeos e áudio, algo que se repete desde que o jazz me fisgou na metade dos anos 70.
É possível sentir cada um deles.Fácil encarar o sisudo Charles Mingus, um Eric Dolphin praticando trancado no banheiro, Chet Baker letárgico e ao mesmo tempo um sábio ao proferir sua experiência e um agitado Buddy Rich tocando suas baquetas até pelas paredes da Toca da Lapa, o santuário do som, um museu audiovisual e literário da magia da musica e de suas vertentes.
O jazz tem disso, é uma paixão avassaladora.
Minha relação com o jazz é familiar. Quem é ligado em som e jazz se sente sempre cercado de familiares. A cada final de semana a maratona por aqui só para mesmo no domingo, onde durmo o suficiente, e no final exaurido de tanto som na cuca que o sono é profundo e fico feliz por estar vivo no dia seguinte para continuar com esse som: O Jazz.
Quando muito jovem virava a madrugada de cada final de semana ouvindo som.
Hoje aos 57 anos paro logo depois da meia-noite.
O tempo passa...
Escrever sobre jazz é como dissertar sobre a música clássica. Tem que ser com propriedade. E não cair na decoreba do lugar comum.

Chega por hoje ATÉ JAZZ ou ATÉ MAIS JAZZ.

Chega por hoje Até jazz ou até mais JAZZ.

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quarta-feira, 11 de abril de 2018

ARTE DE OUVIR, ARTE DE ESCUTAR- OS EQUIPAMENTOS.


Tem pessoa que coloca a música acima de tudo independente do equipamento.
Tem gente que coloca o equipamento na frente da música e do som.
Fui doutrinado por mim mesmo a dosar tudo de uma forma igualitária.
Tive sorte que sempre tive equipamento agora com certeza abri mão de muita coisa em prol do som, da música e seus periféricos.
A vida toda fazendo rolo para melhorar mais ainda e sem abrir mão dos analógicos.
E a vida soa melhor com um pré e power separado com volume independente por canal e quatro monitores de 10/12 polegadas.
E tudo no seu devido lugar: Fita cassete, vinil. cd, Md, dvd e vhs.
A única coisa que sinto falta é do DAT que tive dois...Mas vendi faz tempo porque dava muito problema.

A vida sem sem input e output não teria o menor sentido.
Eternamente apaixonado por equipamento eletroeletrônico/híbrido.

Bom dia para os que curtem um som em equipamento de verdade.


segunda-feira, 2 de abril de 2018

SE FOSSE VERDADE...

Intervenção Militar pede apoio a Rede Terrorista K-ralho para combater o crime organizado do Estado do Rio de Janeiro.
Segundo, o líder do grupo Terrorista K-Ralho. a situação é drástica, proferiu Salim Maluf Laden
E como nós não temos pena de matar o Comando Militar do Leste não titubeou em nos convocar.
Nossa próxima ação é adentrar os presídios para um fuzilamento em massa dos presidiários(até mesmo) para oferecer novas vagas por conta da superlotação dos mesmos.
Em relação ao grupo de Milicia todos serão decapitados para servir de alerta e por fim a essa organização criminosa.

Logicamente iremos à Brasilia precisamente no Congresso Nacional para uma limpeza geral.

É O TERROR colaborando para a paz e com cobertura máxima da FPN de Noticias(Fonte de Porra Nenhuma).
Sai mais um acho que é a única hora que não penso em nada 
bummmmmmmmmmmmmmmmmmm!!



Rede de noticias do Irã AL-PHODEU informa:
Filho de Osama Bin Laden. 
Salim Maluf Laden monta uma agência terrorista na Selva Amazônia, seu objetivo é planejar um massacre dentro do Congresso Nacional lotado em dia votação para o aumento de salário de todos os políticos.
Ou seja, seu plano é que ninguém sobreviva ao maior ataque já realizado.
Vários homens-bombas já em curso de ação.



Um caça F-15 Iraniano é visto pelo Céu do Brasil, segundo a FPN(Fonte de Porra Nenhuma).
Ele está equipado com Míssil AIM-9X**, guiado por sensor de calor.
Um repórter da agência de notícias do Irã a AL-PHODEU filiada a Rede Internacional do Oriente Médio AL-MEL-KARAL relatou que o caça vai em direção ao Congresso Nacional em Brasília.
A qualquer momento novas noticias.

** A única coisa real nesse comentário, O míssil AIM-9X(o cara faz um estrago)



Nenhum texto alternativo automático disponível.





Cena que gostaríamos de ver sobrevoando o Congresso Nacional em dia de votação de aumento de Salário dos Parlamentares.

A imagem pode conter: avião

sexta-feira, 23 de março de 2018

FRAGMENTOS: Coltrane, Miles, Airto Moreira e Joyce Moreno.

John Coltrane...chegou até a mim por volta de 73 através de um senhor chamado Seu Francisco, um jazzólogo das antigas...E tornei-me um seguidor...
Sua escritura sonora é de um valor Bíblico em som e música. Profusão de frases tocadas à exaustão fez dele um voador no tenor e soprano praticamente uma extensão sonora de um outro livro sagrado Bhagavad Gita.
Não é por menos que ele queria Ser Deus quando largou o "Cavalo Branco"(Heroína) e se dedicou a vida espiritual e ao sax soprano.
 Eric Dolphy, a grande parceria no Quinteto do Trane:
Saxofonista alto, clarone ou clarineta baixo e flauta fez dele a voz ideal ao lado de São John Coltrane.
Miles queria atingir o público branco chegou a declarar que o jazz estava morto, aboliu o piano acústico, deu ênfase ao baixo elétrico(Dave Holland) e colocou dois tecladistas(Chick Corea e Keith Jarrett) cada um tocando uma linha diferente...  No auge da usina fusion Miles contava com Airto Moreira na percussão... Jack DeJohnette incendiando na bateria.
No meio dessa loucura toda chegou no Fillmore do mestre Bill Graham e ainda teve que escutar essa de um jornalista: Miles como músico bem mais velho do que sua banda o que tem a declarar?
Toco com músico jovem porque ele se arrisca muito mais e tem outra, a minha posição como líder é somente para ver até onde essa turma pode ir.
Essa banda é solta basta puxar o tema que a conversa começa, é uma extensa troca de diálogo sonoro.

Miles foi o único músico negro oriundo do jazz a tocar nesse festival. Quando o repórter perguntou qual é o nome dessa música que vai executar no palco?Miles ferino como sempre: ''Chame do que quiser" " Call It Anything Miles tocou apenas 35'. Em trinta e cinco minutos de puro som criativo sacudiu o último suspiro da chamada Era de Aquário.
Para quem curte separação de canais no vídeo da Ilha de Wight temos Keith Jarret no canal esquerdo e Chick Corea no canal direito. Chick Corea empregou nesse concerto um piano de armário Hohner ligado em um dispositivo de distorção que ele controlava na mão.
E por falar em Airto Moreira...
Creio que nos anos 70, fui um dos poucos a circular com os discos da Flora e do Airto entre a turma do som,
E rodei o Rio de Janeiro inteiro por conta da música, dos amigos de audição plena...
Frequentei Padre Miguel ao lado da Escola de Samba com Ruben Lima na casa do Ivan, Zona Sul Arpoador, Copacabana, Tijuca no apê do falecido Pingo(foi-se faz tempo).
Ainda pela Tijuca no casarão do Demetrius Braz, Irajá, Bonsucesso onde tinha som lá estava sempre cercando de gente bacana e altos papos sobre o melhor assunto até hoje SOM E MÚSICA.
Na apartamento do Fausto Ricardo conheci Alexandre Carvalho e o Clauton Campello(Rip) no famoso prédio da Soares Cabral onde o Fausto vigiava a chegada da mãe quando ela chegava todos saiam pela cozinha, porque ela não via com bons olhos essa malucada ouvindo som doido No Maracanã no apartamento do Aloysio Neves o cara simplesmente tinha ou ainda tem quase todos os discos da ECM.
Fui no cantinho do falecido recentemente Clauton Campello, grande pianista para degustar Herbie Hancock sacou Joao Braga e ganhei o apelido de "cabelo" dado por você onde o conheci durante as loucas MARACATU JAM(Laranjeiras), o cara tem um esquerda matadora e uma direita nervosíssima...
São 57 anos nessa: Som, equipamento, formação e informação musical, não preciso de muito para ser feliz, basta dar Rec Play em qualquer equipamento rodando em qualquer fonte.
Bicho, na boa, sem música nem estaria vivo...  Enfim, rodei por conta do som e da música...

Joyce Moreno foi considerada pelo menos pra mim a Joni Mitchell Carioca.
Voz incrível, um violão com tudo em cima, longos cabelos dividido no meio, aquele par de olhos verdes azulados mareados uau!! e sempre cercada de grandes músicos. Não perdia um concerto dela.
Joyce surgiu como algo ainda raro por essa seara a mulher compositora e teve problemas de aceitação isso 1967, ela tinha 19 anos, e foi vaiada em um festival gigantesco para 50 mil pessoas.
Os anos 60 chegaram um pouco tarde no Brasil...coisa de terceiro mundista..

quarta-feira, 21 de março de 2018

DE MILES A HERMETO..Um texto curtinho..

Toda a base do jazz contemporâneo é altamente percebível nesse concerto do Miles na Ilha de Wight, não me canso rever, rever e rever,
E sempre capturo algo novo e no entanto, isso aconteceu em 1970.
É uma concepção arrojada de música improvisada criativa que poucos se atrevem a fazê-la.
O perfil só viu isso acontecer no longínquo bairro Jabour precisamente na Rua Vitor Guizardi, 333.
Onde o campeão Hermeto compôs, arranjou e improvisou sobre temas cabulosos.
Onde a  Usina Criativa da Música Instrumental Brasileira formou o seu senso estético-musical.
Hermeto coincidentemente teve uma formação parecida: sax, baixo elétrico, bateria, teclado e percussão.
Hermeto compunha sem parar em um exaustivo e criativo ensaio de segunda a sexta de 14:00 as 20:00 entre 1984 a 1993(período que o blogueiro viu e ouviu tudo isso de perto)
Putz!! que bloqueiro sortudo. 
Uma menção especial ao grande Airto Moreira que esteve em todas nos anos 70 na seara do jazz fusio, ele simplesmente tem é história pra contar. 
Em relação a Flora Purim...Quando ela disse para o Hermeto que iria tentar a vida nos EUA, ele deu o seguinte toque a ela: Flora, tem que chegar lá cantando diferente porque eles já tem a Ella Fitzgeral e a Sarah Vaughan. empregue a voz como um diferente e cante outras coisas, cante sempre diferente.
Airto Moreira já estava tocando com as grandes do jazz e do Jazz fusion na Terra do Tio Sam.