terça-feira, 11 de outubro de 2011
CAMINHO DE DENTRO-LIS DE CARVALHO

Se encontra em fase de produção o seu primeiro disco instrumental- "CAMINHO DE DENTRO" e liderando pela primeira vez o seu quarteto.
Após mais de vinte e cinco anos, atuando em diversas frentes musicais: Grupo Kali, Edu Lobo, Celso Pixinga, Tom da Terra, gravações no mercado publicitário, trilha de novela(SBT) Alta Horas(com sub da tecladista Ilka), aulas particulares, etc... e lecionando na EMESP-TOM JOBIM(ex-ULM) A tecladista, pianista, compositora e arranjadora Lis de Carvalho, se prepara para alçar o seu primeiro vôo com o seu trabalho.
Cercada de grandes músicos(Célio Barros, Giba Favery, Pedro Simão e Celso Pixinga) "CAMINHO DE DENTRO"está sendo concebido pela mãos da engenharia sonora de Célio Barros, proprietário do estúdio PMC(Produção de Música Contemporânea)
Seu trabalho é praticamente autoral.Com certeza deve fazer a diferença nesse tão desolador mercado da música instrumental brasileira.
No último dia 27/09/2011 estreou esse quarteto no Festival de Jazz de Bento Gonçalves(Porto Alegre) com a participação de Daniel Alcântara(trumpete e flugelhorn) tocando pela primeira vez temas do seu primeiro disco como líder de um quarteto.
Na foto recentemente dando canja no Restaurante Fidel, juntamente com o seu sobrinho Pedro Simão(guitarra) um músico em ascensão.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
SOBRE O SOM DO CELSO PIXINGA NO THE ORLEANS-06/10/11

SOBRE O SOM DO CELSO PIXINGA NO THE ORLEANS-06/10/11
Cercado de bons instrumentistas, o baixista e empreendedor sonoro, opta por um som instrumental dançante, preferindo ir por esse viés, com fórmulas já tocadas antes por bandas como Average White Band, Parliament, Funkadelic, Tower Of Power e não tão longe assim BANDA BLACK RIO.
Certamente, não estou aqui para demérito da sua capacidade de tocar, porém tem preferido o caminho do groove, com fórmulas burocráticas, com levadas já exploradas ao máximo por esse tipo de formação. Certamente para uma noite de quinta num bar, onde pessoas vão para se divertir, nada melhor.
Deve-se sim pensar em produzir algo mais bem elaborado, dando enfâse a composição e arranjos mais ousados.
O Naipe de metais( ( Wagner Barbosa ( sax ), Douglas Felicio Ferreira ( Trombone ), Marcos Will ( trompete) soa eficiente e nada além disso, volto a escrever sem demérito aos instrumentistas, ainda muito longe de um naipe das grandes bandas de soul e funk americanas que aqui nos tentamos reproduzir há anos. A Banda Black Rio deu um roupagem mais brasileira a esse tipo de formação.
O baterista(Cristiano Rocha) toca redondo o tempo todo como pede a esse tipo de som. Na guitarra de Fred Tamgari fazendo a famosa base com wha-wha e palhetadas swingadas cumpre com eficiência o seu papel.
E cuidando da parte harmônica a pianista, tecladista e compositora Lis de Carvalho que tem usado os mesmos modos e formas de acompanhamento nesse tipo de formação e som. Seu timbre do teclado não é dos melhores(talvez falte uma atualização ou pesquisa no banco de sons) é certo que nos graves(mão esquerda) o pouco que ouvi não soou agradável.
Certamente, não tiro a sua contribuição no cenário da música instrumental paulista.
Lis de Carvalho, não anda tocando em grandes formações, tem se dedicado a lecionar na EMESP-TOM JOBIM(exercendo uma enorme contribuição na formação de novos músicos)
Claro que a mesma, recentemente tocou no Festival de Jazz em Bento Gonçalves(Porto Alegre, 27/09/11) liderando pela primeira vez o seu quarteto(em mais de 25 anos de atuação) e mostrando temas do seu primeiro disco solo "CAMINHO DE DENTRO" que contou com os músicos: Célio Barros(baixo fretless) e proprietário do estúdio PMC(onde Lis, finaliza o seu disco) e Daniel Alcântara(trumpete e flugelhorn) e o baterista e educador musical Giba Favery.
Infelizmente, não tem um bom material no youtube dessa sua estréia como líder do seu quarteto.
Certamente, não estava presente no show o que vi foi pelo canal do youtube com aquele seu som sofrível de mp3 e para piorar tudo filmado por celular o que torna o produto ainda pior e longe de ser um concerto, apenas um show. Onde praticamente a música nem requer uma audição mais apurada por parte do público sobre o som do Celso Pixinga e a Moving Light Band.
Tenho reparado que desde dos final dos anos 80 a nossa boa música criativa instrumental brasileira vive um ostracismo.
Em parte por culpa do músico que prefere o apelo fácil, mesmo sendo instrumental e o público que perdeu sua exigência musical.
Eu ainda prefiro o seu formato de quarteto que tem mais apuro instrumental.
Esse trabalho foi calcado em parte da Moving Light Band uma banda mesclando, jazz e funk. Com uma diferença tinha um naipe de vocais que fez falta nessa apresentação. Nesse formato soaria mais dentro do contexto. já que foi concebida para ser assim o que não impede a sua mudança na formação.
Sei da capacidade do grande Celso Pixinga que tem usado mais a técnica do pizzicato, deixando um pouco de lado o seu lado slap que o tornou tão conhecido no meio. Com mais ensaio, mais vontade de criar algo novo, Pixinga com certeza vai alçar vôos mais altos.
Música criativa precisa de risco, arrisque para o a saúde musical desse País.
Ele mesmo define o seu som com esse texto:
Celso Pixinga, Wdm Brass ( Wagner Barbosa ( sax ), Douglas Felicio Ferreira ( Trombone ), Marcos Will ( trompete ) Fred Tamgari ( Guitarra), Lis de Carvalho ( Teclado ), Cristiano Rocha ( Bateria )....um show para se divertir com muito groove!!! Abraços.Um show para se divertir, apenas isso.
No meu tempo groove significava levada, agora americanizou de vez GROOVE.
Enfim, Celso Pixinga é um grande músico, porém indo pela via do mais acessível. Talvez preocupado com o mercado.
ADENDO:
Uma técnica que cansa um pouco, por soar repetitiva e metálica demais.
Sem dúvida um grande músico que financia os seus projetos.
Deveria pela experiência que carrega, ousar mais no quesito arranjo e composição.
Ao meu ver o seu som fica sempre com uma leve sensação que beira ao comercialismo, apenas produzindo música sem letra.
Apesar de ser endoser dos baixos CONDOR o timbre desses instrumentos não são dos melhores na minha modéstia opinião.
Nem o fretless fabricado pela CONDOR, se compara com o timbre e sonoridade de um Fender Jazz Bass.
DISCOGRAFIA:
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CELSO PIXINGA
• Discografia: 20 CDs e 4 DVDs de show. |
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terça-feira, 1 de março de 2011
EXISTE TUDO, EXISTE A ECM
Existe o Jazz Americano
Existe a Música Brasileira.
Existe o bom e velho Rock'n'roll.
Existe o bom e triste Blues.
Existe o grande Choro que Chora.
Existe a suíte do progressivo.
Existe a fusão do fusion.
Existe a calmaria do Cool.
Existe o frenesi do Be bop.
Existe a vôo cego do Free.
Existe o jazz virando clássico Third Stream.
Existe o experimento do Experimental.
Existe o refino do Clássico que é Clássico,
Existe os que vem por fora: Schoenberg, Weber, Berg, entre outros.
Existe o caos da música eletrônica Séria e na bate-estaca.
Existe o Samba que não é do Crioulo Doido.
EXISTE O SOM DA ECM, O MELHOR SOM DEPOIS DO SILÊNCIO.
Mauro Wermelinger, liguei agora o pc e numa inspiração ao som do Weber que não é Anton, nem tão pouco Andrew Lloyd Weber, apenas EBERHARD WEBER.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
PLANO B- LAPA-RIO DE JANEIRO
Histórico do Plano B
O Plano B Lapa começou como uma loja de discos (lps e cds) em 2004 e, após algumas mudanças, se estabeleceu com os atuais sócios Fernando S Torres e Fátima Lopes e um perfil e objetivos bem delineados: de apenas uma loja de discos (ou apenas um núcleo de venda e troca de vinil e ponto de informação musical), passa gradualmente (e a princípio sem grandes expectativas ou pretensões) a abrigar performances, apresentações, shows e outros projetos pouco convencionais, focados basicamente em arte e música experimental/de vanguarda, tendo como principal característica estarem fora do circuito comercial padrão, fora do mercado fonográfico estabelecido (ou mesmo do dito "independente") e, consequentemente, fora dos circuitos de "arte" ou "cultura" institucionalizados. Grande parte das apresentações realizadas no Plano B Lapa pode ser classificada como música "experimental" (apesar deste termo ser um tanto quanto deficiente na maioria dos casos: a maior parte dos artistas NÃO está "experimentando", pelo contrário, sabe muito bem o que quer fazer e está fazendo), porém vários outros processos e linguagens relacionadas, tais como performances trans-midiáticas, vídeo-arte, instalações (sonoras ou não), exposições visuais, arte sonora automatizada e cursos, palestras e workshops relacionados à meios de produção e técnicas artísticas também encontram espaço na loja. O que começou como um movimento catalizador da música e arte experimental do Rio de Janeiro, transformou-se em ponto de referência local, nacional e internacional para músicos, grupos e artistas que produzem trabalhos relevantes fora dos padrões comumente estabelecidos. A venda e troca de vinis (e também CDs e fitas magnéticas) na loja continua, porém essa atividade foi gradativamente eclipsada pelo espaço aberto às performances, apresentações ao vivo e exposições de artistas nacionais e internacionais focados em arte/música experimental e/ou improvisação. Localizada no coração da Lapa, bairro do Rio de janeiro conhecido por sua tradição noturna e concentração de grande número de pessoas nos finais de semana, o Plano B Lapa mantém suas portas abertas e realiza todos seus eventos gratuitamete, oferecendo um ponto de encontro para os já iniciados e possibilitando a formação de uma nova audiência, pessoas que normalmente não teriam acesso ao conhecimento ou à absorção de novas formas de expressão artísticas e musicais, habitualmente descriminadas pela mídia institucionalizada, por seu conteúdo dito "não comercial".
Em seus quase 7 anos de atividades o Plano B Lapa já abrigou mais de 300 apresentações de artistas de estados brasileiros como São Paulo, Rio Gande do sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Alagoas, Pernambuco, Distrito Federal, Bahia, Espírito Santo e Ceará, e países como Japão, Alemanha, Áustria, Estados Unidos, Polônia, Inglaterra, Argentina, Austrália, Nova Zelândia, Chile, Peru, Colômbia, França, Suécia, Holanda, Bélgica, Canadá, Finlândia, Suíça, Irlanda, África do Sul, Espanha, Luanda e Portugal, entre outros.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
JAZZ
MOMENTOS DE INSPIRAÇÃO:
Detalhe o termo JAZZ se refere a qualquer música instrumental universal de Qualidade.
JAZZ É TUDO
JAZZ É VIDA
....JAZZ É SOM
JAZZ É AMOR
JAZZ É PAIXÃO
JAZZ É IMPROVISAÇÃO
JAZZ É EM 7
JAZZ É FUSION
JAZZ É SEXO
JAZZ É EXPLOSÃO
JAZZ É MÚSICA
JAZZ É ROCK
JAZZ É BLUES
JAZZ É CLÁSSICO
JAZZ É CULTURA
JAZZ É CRIAÇÃO
JAZZ É COLETIVISMO
JAZZ É SUPERAÇÃO
JAZZ É BRASILEIRO
JAZZ É LIVRE
JAZZ É SUBLIMAÇÃO
JAZZ É ORGASMICO
JAZZ É FRISSONJ
AZZ É SEDUÇÃO
JAZZ É CONTRACULTURA
JAZZ É A NATUREZA
JAZZ É SOL
JAZZ É LUA
JAZZ É O MAR
JAZZ É AS ESTRÊLAS
JAZZ É DEUS
DEUS É JAZZ
JAZZ É TUDO.
Por enquanto é só.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
A CHUVA NA LAPA
Aqui na lapa choveu notas musicais foi lindo tinha colcheia, semi, fusa e semi, caiu até o Charlie Parker, na esquina seguinte Coltrane. Na Praça Cruz Vermelha, um Miles Davis ensopado de água. No bar ...todos se refugiavam ao som do Soft Machine..logo o tempo firmou se podia ver Janis Joplin passeando pela av mem de sá. Na Gomes Freire, Hendrix observava uma loja de instrumento atentamente.
Na Lavradio, encontrei Keith Jarret testando um Steinway 1926 numa loja de antiquidades.
Continuei andando passando pelos arcos vi Rafael Rabello tocando um choro na rua que foi seguido do Paulo Moura para completar o duo.
Em frente a Escola de Música, Radamés tinha acabado de dar uma aula e fomos tomar café...lá encontramos o Guerra-Peixe discutindo o arranjo de metais no tema "CONSTRUÇÃO" do Chico Buarque...que atravessou a rua com seu passo bêbado.
Seguimos até em frente ao Teatro Municipal e para o nosso espanto Bill Evans tinha acabado de executar a Rach nº3.
Nossa!!! como o Centro da Cidade respira som,música e cultura, Nossa!!
Caminhando e cantando e seguindo a canção, um Vandré atrasado para um compromisso.
Resolvemos ir ao Centro Cultural Justiça Federal um grande concerto de música séria popular brasileira: Tom Jobim no fender rhodes(piano elétrico) Pixinguinha no sax tenor e Frank Zappa na guitarra, um encontro inusitado, sala cheia...longas filas, bacana mesmo.
De noite no Centro Cultural Banco do Brasil, concerto da semana:
Frank Sinatra
Tom Jobim
Guerra-Peixe
Frank Zappa
Rafael Rabello
Paulo Moura
Radamés Gnatalli
Entre outros para um grande espetáculo, banda de abertura- Soft Machine.
E hoje eu acordei...é...apenas um sonho, apenas um sonho.
Mauro Brandão Wermelinger 02/02/2011 10:08
